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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

NÓ DE GRAVATA QUATRO TIPOS

<a href="http://video.br.msn.com/?mkt=pt-br&amp;vid=1a4ho31ln&amp;from=&amp;src=FLPl:embed::uuids" target="_new" title="Nó de gravata: aprenda a fazer quatro tipos diferentes">Vídeo: Nó de gravata: aprenda a fazer quatro tipos diferentes</a>

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

TIRANDO UM PIANO DAS COSTAS


Mensagem adaptada da campanha do ministério da saúde. Veículada em 2003 esta campanha tinha por objetivo incentivar a população a fazer o teste de HIV - AIDS.

domingo, 7 de agosto de 2011

O QUE VEM DEPOIS DA MORTE?

O que vem depois da morte? Essa é uma pergunta que muitos já devem ter feito. A Bíblia nos dá algumas PISTAS sobre o destino das almas, para tanto poderíamos utilizar vários textos, no entanto entendemos que um bom texto seria Lucas 16.19-31, que trata sobre a parábola do Rico e Lázaro. Através desse texto e de muitos outros podemos perceber, que HÁ UM ESTADO INTERMEDIÁRIO, pelo qual passam as almas dos mortos. O Estado Intermediário seria como a ante sala da eternidade, um lugar, ou estado intermediário de espera, ocupado após a morte física e de onde não sairão até que se cumpra a profecia da ressurreição dos mortos.

 Há um local de espera para os Salvos separado do local de espera dos perdidos.

O Estado Intermediário daqueles que morreram perdidos é o “Hades”, que é uma palavra Grega e significa “o mundo invisível dos espíritos” representa um lugar dominado por Satanás, e em oposição ao Reino de Cristo. O Hades é um lugar de tormentos, tristezas e dor.

O Estado Intermediário daqueles que morreram salvos é o “Paraíso”, essa palavra significa “um parque ou jardim de prazer”. O jardim do Éden (Gênesis 2.8) foi identificado como o Paraíso pelos tradutores da septuaginta. A palavra “Paraíso” aparece três vezes no Novo Testamento, a primeira em Lucas 23.43, Jesus garante ao ladrão arrependido que ainda naquele dia estariam no Paraíso. Em 2ª Coríntios 12.4 a palavra “Paraíso” aparece pela segunda vez, naquele contexto o Apóstolo Paulo relata o seu arrebatamento ao terceiro céu, o “Paraíso”. A terceira vez que encontramos esta palavra esta em Apocalipse 2.7, onde o Espírito de Deus faz uma promessa para aqueles que vencerem, eles comerão do fruto da árvore da vida, que esta no meio do “Paraíso” de Deus.

O Hades é um lugar de tormentos destino dos perdidos, e o Paraíso é um lugar de consolo e destino dos salvos, são lugares, ou melhor, são estados espirituais separados, onde as almas aguardam a primeira e a segunda ressurreição.

A ressurreição dos salvos é chamada de primeira ressurreição, ela será semelhante à ressurreição de Jesus, que ressurgiu para nunca mais morrer, ela será a ressurreição para a vida eterna (Daniel 12.2). A primeira ressurreição começou com Jesus, depois dele os santos que ressurgiram e entraram em Jerusalém, participarão dela os mortos salvos no momento do arrebatamento da igreja, os que morrerem salvos no período da grande tribulação, e as duas testemunhas que morrerão também no período da grande tribulação. O espaço-tempo não será problema para entendermos o fato de todos estes eventos pertencerem à primeira ressurreição, e não a muitas ressurreições, porque para Deus o espaço-tempo não existe, ou melhor, Deus não esta sujeito a eles, Deus tem o controle do espaço-tempo, isso porque ele vê tudo como num “Eterno Agora”. Na ressurreição da vida nós seremos transformados e teremos corpos espirituais semelhantes ao de Jesus, o Espírito Santo é que fará isso pelo seu poder (1ª Coríntios 15.1-58; Filipenses 3.20, 21 e 1ª João 3.2, 3).

A ressurreição dos perdidos se dará logo após o período do reino milenial de Cristo, quando a Bíblia diz que este mundo e os céus passarão num estrondo consumido pelo fogo do Juízo (2ª Pedro 3.7; 10; 12 e Apocalipse 20.9).

A ressurreição dos perdidos é chamada pela Bíblia de a segunda ressurreição, ela será a ressurreição para a vergonha e o desprezo eterno (Daniel 12.2). Nessa ressurreição serão julgadas as obras dos perdidos será o Juízo do Grande Trono Branco, “o juízo final”, e assim os perdidos receberão “o dano da segunda morte”, condenação a eternidade longe de Deus. Diz a palavra de Deus que a morte e o inferno serão lançados no “lago de fogo”, que é a segunda morte, lá já estarão o anticristo (a besta), o falso profeta, e o Diabo e seus anjos decaídos. A Bíblia também diz que todo aquele que não foi achado inscrito no livro da vida também foi lançado no lago de fogo (Apocalipse 20.15), para a humanidade perdida esta será a passagem bíblica mais triste. Entendamos a forma como ela esta descrita, num tom mais parecido com uma lamentação, do que com um ato condenatório. Nela não se nomeiam os perdidos, não há registro de seus nomes como numa sentença condenatória, isso porque simplesmente não existe o “livro da morte”, apenas verifica-se o registro no “livro da vida” para saber se estão inscritos ou não, entendemos a partir deste texto que há um “pudor divino” para não mencionar nomes, pois a perdição eterna, o lago de fogo ou a segunda morte não foram feitos para os seres humanos, infelizmente homens e mulheres obstinadamente contra a vontade de Deus estão descendo para lá, isso esta acontecendo porque Deus respeita o livre arbítrio do ser humano, mas as advertências terríveis de Deus estão sendo pregada, a fim de dar livramento da morte eterna, a humanidade tem sido alertada. Quem dentre toda a humanidade dará crédito aos apelos de Deus?

Os homens condenados a eternidade longe de Deus, não serão condenados propriamente por suas más obras, que os impedem de vir para a luz, então, o que os condena? João 3.18-21 nos aponta a principal causa da condenação eterna mencionando o “Não Crer em Jesus” como causa, portanto, o pecado que reprovaria o homem não seria o problema essencial para a sua salvação, desde que estes cressem em Jesus Cristo, e assim recebessem dele o perdão dos pecados, e a Vida Eterna.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

JOHANNES KEPLER: A ORAÇÃO DO CIENTISTA

Johannes Kepler (1571-1630), Orações para Deus Criador em Harmonices Mundi (Harmonia do Mundo, 1619)

Eis um belo testemunho escrito pelo alemão Johannes Kepler (1571-1630), um dos criadores da moderna Astronomia. Ele escreveu estas palavras na obra "Os quatro Livros da Harmonia Celeste", escrito no final de sua vida. Elas são um verdadeiro hino de louvor e de reconhecimento à existência e da majestade de Deus.

"Antes de deixar esta mesa, sobre a qual fiz todo o meu trabalho, só me resta levantar os olhos e as mãos aos céus numa humilde prece ao autor de toda a luz. A Ti, que pela luz sublime que espalhaste por toda a Natureza, elevas a nossa alma até a luz divina da tua graça, para que sejamos um dia transportados à luz eterna da tua glória, dou graças pelo que experimentei no êxtase em que me precipitou a contemplação da obra das tuas mãos. Findo se acha o livro que contém o fruto do meu trabalho. Nele entreguei toda a soma de inteligência que me deste. Proclamei, perante a humanidade, toda a grandeza da Tua obra, dei-lhes os testemunhos, tanto quanto meu espírito finito me permitiu aprender da tua grandeza infinita."

"Grande é Deus, grande é a sua força, infinita a Sua Sabedoria. Louvai-O, céus, louvai-O sol, lua e planetas, louvai-O harmonias celestes, e tu também, ó minh'alma, louva o Senhor, teu Criador, pois tudo vem Dele, tudo existe pôr Ele, tudo está nEle, tanto as coisas sensíveis e as ininteligíveis, daquilo que ignoramos profundamente, como também a parte insignificante das coisas que sabemos."

As provas da existência de Deus são por demais visíveis, nenhum homem pode alegar que não crê por não haver nenhuma razão para que ele creia. As razões são inúmeras.

Fonte: J. Kepler, Epitome of Copernican Astronomy and Harmonies of the World, translated by C. Glenn Wallis, Prometeus Books, New York, 1995, Book V, cap. 9, p. 240 e cap. 10, p. 245.
Texto Latino Original: J. Kepler, Harmonices Mundi Libri V, lib. V, capp. IX e X, em Gesammelte Werke, vol. VI, Munchen 1940, pp 362-363 e 368.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

DOUTRINA DA PROSPERIDADE OU PRÊMIO DE BALAÃO?

Os falsos ensinos de prosperidade têm entrado sorrateiramente no meio da igreja de Deus, e muitos têm caído no canto suave desta doutrina, que não é de prosperidade, mas sim da recompensa, ou melhor, do prêmio da iniquidade de Balaão.

Balaão foi aquele Profeta que deixou o caminho do Senhor pelo comércio da fé (2° Pe 2.15; Jd 11; Ap 2.14), ele colocou tropeços para que Israel caísse, a fim de receber os valores que os mensageiros de Balaque traziam (Nm 22.7; 17), fez isso porque Deus lhe proibiu de amaldiçoar a Israel, mudando a maldição em benção, mas o astucioso Balaão encontrou a melhor maneira de se apropriar daquele "prêmio" sem ter de lançar a maldição, ele tinha de fazer Israel pecar. Como ele fez isso? Convenceu a Balaque para que enviasse as mulheres do seu povo até os soldados israelitas e se oferecessem a eles, infelizmente aqueles homens se prostituíram com as moabitas e com os deuses delas (Nm 25.1-3; 31.16), isso deixou Deus muito zangado, ainda mais porque um homem (Balaão) tentou enganar ao próprio Deus, imagine alguém tentando o próprio Deus para fazê-lo destruir o seu próprio povo que é a sua herança, e este alguém ainda poderia ter a cara de pau e o cinismo de dizer: "mas eu fiz o que Deus mandou, eu não amaldiçoei". A astúcia daquele profeta foi diabólica, ele usou de uma sagacidade tão grande que se possível fosse deixaria o próprio Satanás, o enganador, com inveja. Mas, isso não seria possível, pois a fonte da astúcia do profeta era maligna, e era alimentada pela cobiça do mesmo, ou seja, Satanás se utilizou da cobiça de Balaão para cegá-lo, a fim de que este não medisse as consequências do seu trágico erro, Balaão fez negócio da fé com Balaque em troca dos valores que este oferecia. Por fim, Balaão o profeta comprado, acabou encontrando aquilo que procurou para os outros, a sua própria morte pelas mãos dos israelitas (Js. 13.22). Hoje, nós vemos ministros negociando com a fé das pessoas, prometem vitórias e benção que Deus não disse que daria, tomam o nome de Deus em vão, barganhando com o Senhor e com as fé das pessoas, oferecem falsas promessas como a chave de uma casa, ou carro, ou a cura divina a troco do dinheiro sofrido, especialmente dos mais pobres, que são as maiores vítimas. Não foi esse o evangelho que nós recebemos, o evangelho que recebemos é o da Graça, pois apesar de sermos dizimistas e ofertantes não nos sentimos constrangidos para tal, a nossa oferta é voluntária e espontânea como parte do nosso culto. Porém, esvaziar os bolsos dessa maneira, sob o pretexto de que "recebereis bênçãos" é o mesmo que tentar ao Senhor.

"Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males, e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores" (1° Tm 6.9,10).
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