É muito fácil fazermos considerações sobre as outras pessoas julgando-as, este julgamento quando é baseado na nossa própria intuição, dá uma aparência de que podemos ler os pensamentos dos outros, em geral as pessoas agem assim porque não se colocam na posição da outra, como o alvo. Situações “aparentemente críticas” poderiam simplesmente ser resolvidas se procurássemos saber as razões do que falaram, do que escreveram.
Quando tivermos uma posição diferente uma atitude nobre seria discordar com classe e respeito, mesmo quando convictos devemos saber que podemos estar certos ou errados, e por isso precisamos estar abertos para aceitar a verdade, sempre que ocorrer e for possível faça-o diante do outro e achará à verdade, e a todo o indivíduo pode ser dado o direito de expor suas convicções sem impedimentos. Não seria ético fazer criticas depreciativa, e falar dos outros pelas costas é uma atitude ainda pior, devemos conceder sempre o direito de resposta.
Entrementes podemos questionar: Existiria verdade absoluta? Diria que do ponto de vista humanístico, não. Mas esta resposta não satisfaz os homens que continuam carecendo de um referencial, um que se tornasse em um padrão. A falta deste referencial tem enveredado a muitos no caminho do relativismo. Dizem: não existe verdade absoluta. Podemos afirmar isso quando falamos da atitude humana? Não. Não há nem mesmo verdade absoluta naquilo que os homens acreditam ser a verdade? Também não. As “verdades” muitas vezes se encontram condicionadas a cultura e a sociedade em que as pessoas vivem. Por isso alguns acreditarem que podem fazer a sua própria verdade, agindo com palavras e ações baseadas nos seus próprios sentimentos que sendo humanos podem ser passíveis de erros.
Surge daí a necessidade da Verdade Absoluta, invariável, justa e inerrante. Não digo mais uma verdade, mas Da Verdade Absoluta.
As sagradas escrituras também trazem ao nosso conhecimento esta sabedoria: "sejais prontos para ouvir e tardios para falar", "não julgueis segundo a aparência, mas segundo a reta justiça", algumas pessoas temendo a condenação evitam julgar sob qualquer hipótese, mas fica claro aqui que não é proibido julgar, mas antes julgai segundo a reta justiça, ou seja, se tem de julgar tenha subsídios para isto, do contrário o julgamento é leviano, disse Jesus: “não julgueis para que não sejais julgados, pois com a mesma medida com que medirdes vos medirão de novo”. Na apuração de um crime o promotor público através de denúncia solicita o início da investigação, apurados os fatos e levantadas às provas é apresentada à acusação diante da justiça, que ainda permitirá o recurso da defesa.
2 comentários:
Querido Irmão Sidney, gostei muito da menssagem, que Deus te deu, capasidade de para escreve, Que Deus te abençoi netas looooonga jornada.
Maravilhas,
mais um blog a serviço do Reino de Deus.
o Senhor Jesus Cristo continue acrescentando na vida do irmão!
Waldo Pereria
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