REDE LIVRARIA

terça-feira, 24 de março de 2009

Almighty God Tabernacle

DEUS NUNCA SE ENGANA.
Numa igreja nos EUA chamada "Almighty God Tabernacle" (Tabernáculo do Deus Todo Poderoso).
Num sábado à noite, o Pastor dessa igreja ficou trabalhando até mais tarde e decidiu chamar a sua esposa por telefone antes de voltar para casa. Era por volta das 22:00h. A esposa não atendeu ao telefone, apesar do Pastor deixar tocar várias vezes. Ele pensou que sua esposa estivesse ocupada e continuou a fazer mais algumas coisas.
Mais tarde, ele tentou de novo e sua esposa atendeu de imediato. Ele perguntou por que ela não havia atendido antes e ela disse que o telefone sequer havia tocado. O Pastor ficou bravo, esquecendo-se de que deveria ser um marido compreensivo.
Na segunda-feira seguinte, o Pastor recebeu um telefonema no escritório da igreja do número que havia ligado no sábado à noite. O homem com quem falava queria saber o porquê do Pastor haver ligado para ele no sábado. O Pastor não entendeu o que aquele homem estava dizendo. Então, o homem explicou:
- O meu telefone tocou, tocou, mas eu não respondi.
O Pastor então se lembrou do engano e pediu desculpas por pertubá-lo, explicando que ele havia tentado falar com sua esposa. O homem respondeu:
- Tudo bem. Deixe-me contar a minha história: eu estava planejando me suicidar no sábado à noite. Antes porém, eu orei dizendo: Deus, se tu existes e estás me ouvindo e não queres que eu faça isso, dá-me um sinal, agora. Naquele momento o telefone começou a tocar. Eu olhei para o identificador de chamadas e lá estava escrito: "Almighty God" (Deus Todo Poderoso). E eu fiquei com medo de atender!
Nem sempre podemos saber a importância de um telefonema ou e-mail enviado a um amigo ou até por engano a alguma pessoa. Não se chateie se, de repente, perceber que o fez por engano.
DEUS NUNCA SE ENGANA!

sexta-feira, 20 de março de 2009

A Sentença de Jesus Cristo



"E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" Lucas 23.34.
No ano dezenove de TIBÉRIO CÉSAR, Imperador Romano de todo o mundo, Monarca invencível na Olimpíada cento e vinte e um, e na Elíada vinte e quatro, de criação do mundo, segundo o número e cômputo dos Hebreus, quatro vezes mil cento e oitenta e sete, do progênio do Romano Império, no ano setenta e três, e na libertação do cativeiro de Babilônia, no ano mil duzentos e sete, sendo governador da judéia QUINTO SÉRGIO, sob o regimento e governador da cidade de Jerusalém, Presidente Gratíssimo, Pôncio Pilatos; regente na baixa Galiléia, HERODES ANTIPAS; pontífice do sumo sacerdote, CAIFÁS; magnos do Templo, ALIS ALMAEL, ROBAS ACASEL, FRANCHINO CENTAURO; cônsules romanos da cidade de Jerusalém, QUINTO CORNÉLIO SUBLIME e SIXTO RUSTO, no mês de março e dia XXV do ano presente EU, PÔNCIO PILATOS, aqui Presidente do Império Romano, dentro do palácio e arqui residência, julgo condeno e sentencio à morte, Jesus, chamado pela peble CRISTO NAZARENO e galileu de nação, homem sedicioso, contra a Lei Mosaíca contrário ao grande Imperador Tibério César. Determino e ordeno por esta, que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos como todos os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda judéia, dizendo se filho de Deus e Rei de ISRAEL, ameaçando com a ruína Jerusalém e do sacro Templo, negando o tributo a César, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da cidade de Jerusalém. Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado de alguns espinhos, com a própria cruz aos ombros para que sirva de exemplo a todos os malfeitores, e que juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje ANTONIANA, e que se conduza JESUS ao monte público da justiça, chamado CALVÁRIO, onde, crucificado e morto ficará seu corpo na cruz, como espetáculo para todos os malfeitores, e que sobre a cruz se ponha, em diversas línguas, este título: JESUS NAZARENUS, REX JUDEORUM. Mando, também, que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente, a impedir a justiça por mim mandada, administrada e executada com todo o rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob as penas de rebelião contra o Imperador Romano. Testemunhas da nossa sentença: Pelas doze tribos de Israel: RABAIM DANIEL, RABAIM JOAQUIM BANICAR, BANBASU, LARÉ PETUCULANI. Pelos fariseus: BULLIENIEL, SIMEÃO, RANOL, BABBINE, MANDOANI, BANCURFOSSI. Pelos hebreus: MATUMBERTO. Pelo Império Romano e pelo Presidente de Roma: LUCIO SEXTILO e AMACIO CHILICIO.
(Cópia da Peça do Processo de Cristo, segundo informações existente no Museu da Espanha - extraída do Livro "O ADVOGADO", de Manoel Fernandes Quadra, p. 187/188)
Segundo informações Museu da Espanha teria a cópia deste documento, o nome do "Museu" onde se encontraria essa cópia é o "Archivo General de Simancas". Este Arquivo é um arquivo histórico, acessível apenas a investigadores. De acordo com um artigo do jornal espanhol ABC, de 24 de Março de 1921, o original foi encontrado em 1580, nas ruinas de um templo, em Aquilae (hoje, L'Aquila), uma pequena provincia da cidade italiana de Abruzzo. O documento, escrito com caracteres hebraicos em pergaminho e conservado num tubo de ferro, foi considerado por vários eruditos da época como o original da sentença ditada contra Jesus Cristo por Pôncio Pilatos. Dada a importância do documento, foram feitas várias reproduções, uma das quais foi arquivada no conhecido Archivo de Simancas em Espanha. De acordo com o artigo publicado no Jornal ABC, a sentença foi catalogada com o número 847 da secção de "Asuntos de Estado" e com o número 1, dentre os documentos relativos à cidade de Roma.
Há ainda informações de que possa existir o mesmo documento gravado numa placa de cobre, onde em ambos os lados, se leria estas palavras: "uma placa igual foi encaminhada para cada Tribo". Tal placa teria sido encontrada dentro de um antigo vaso de mármore branco durante escavações realizadas em Áquila, reino de Nápoles, no ano de 1820, pelos comissionários de artes que acompanhavam o exército francês, após a expedição de Napoleão. O vaso encontrava-se dentro de uma caixa de ébano na sacristia dos Cartuxos, próximo a Nápoles; atualmente encontra-se na Capela de Caserte. A tradução, feita a partir do original em hebraico, foi realizada pelos membros da Comissão de Artes. Após muitas súplicas, os Cartuxos conseguiram que a referida placa não fosse levada [para a França], como reconhecimento dos inúmeros serviços que prestaram ao exército francês.
Não tenho como comprovar a veracidade do documento, ora citado acima, o material pesquisado por mim esta disponível na própria internet, mas com a proximidade da páscoa, achei oportuno postá-lo no meu blog. Se porventura alguém visitar a Espanha, dê uma passada no "Archivo General de Simancas" verifique e depois me avise. Porém o fato que mais me chamou atenção enquanto lia o documento foi, pouco a pouco imaginar, todas as argúrias, tribulações, injúrias, afrontas e dor que o nosso querido Salvador teve de passar para nos dar de Graça a Salvação Eterna. Glória a Deus! Ele morreu, mas Ressuscitou e vivo esta. Aleluia!

sexta-feira, 13 de março de 2009

A morte do ex-deputado João Alves

"Prepara-te para encontrares com o teu Deus" Amós 4.12

Na vida tudo é preparativo, preparativos para o namoro, noivado e casamento, preparativos para o nascimento do filho, para sua educação, para o vestibular, para a vida profissional, para investir na carreira e na aquisição de bens materiais, para cuidar dos nossos próprios interesses, neste ínterim aproveitamos e desperdiçamos o nosso tempo, a vida passa os dias vem e vão, e a gente sempre acha que vai dar tempo para rever aqueles assuntos mal resolvidos, até que um dia nos damos conta de quantas oportunidades deixamos passar, sempre porque demos mais prioridades a algumas áreas de nossas vidas aquém de outras, e aí antes que o dia acabe nos perguntamos: Tivemos o cuidado de se preparar para encontrar com Deus? Ou seremos acometidos de súbito pelo inesperado "esperado". Pare um pouco e pense: Estou preparado para encontrar com esse Deus? Tenho aceitado a dádiva da Salvação oferecida na pessoa do seu filho Jesus Cristo? Pense, Pense e Pense! Tome agora a decisão correta e aceite a Cristo!

No dia 14 de Novembro do ano de 2004 passou para a eternidade o "famoso" ex-deputado baiano João Alves, aos 85 anos de câncer, ele ficou conhecido pelo seu envolvimento com a máfia dos anões do orçamento na década de 90. Não cabe a mim aqui querer julgá-lo, pois se o homem se arrepender dos seus pecados Jesus o salva até na última hora, então quem o julga? A sua própria consciência é quem o julga. O que quero trazer para a nossa lembrança e reflexão, é o desventurado caso conhecido de um homem pouco antes da sua morte, havia escolhido a infelicidade e a ousadia de usar o nome de "DEUS" para respaldar a origem da sua fortuna, falando à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) ele disse que Deus lhe dera "sorte" para ganhar mais de 200 (duzentas) vezes na loteria, justificando assim a origem do seu dinheiro. Naquela época a CPI investigou “Os anões”, como eram conhecidos aqueles que participaram do escândalo do roubo de recursos do orçamento da união. João Alves renunciou no dia 25 de março de 1994 para escapar da cassação e da perda de direitos políticos, só não conseguiu escapar da morte.

"Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?" Mateus 16.26. "Não vos enganeis, Deus não se deixa escarnecer (zombar), porque tudo que o homem semear isso também ceifará" Gálatas 6.07. “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão, porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” Exôdo 20.7. “E, como aos homens esta ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” Hebreus 9.27. “Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos, pois por que razão morreríeis, ó casa de Israel?” Ezequiel 33.11.

Sabemos que um dia, todos, grandes e pequenos devem comparecer, perante o juízo do Deus Altíssimo, e se eu fosse você não gostaria de estar lá sem o Advogado dos advogados, não importa o quão honesto tu és, todos precisam do salvador.

“Quem crê nele não é condenado, mas quem não crê já esta condenado, porquanto não crê no nome do unigênito filho de Deus” João 3.18.

Que Deus vos abençoe.

quarta-feira, 11 de março de 2009

COMO SABER SE SOMOS SALVOS.

Como podemos saber se somos salvos? Permita-me indicar alguns sinais inquestionáveis que nos dão a Certeza da Salvação:

1. A Bíblia é bem clara que o indivíduo não-regenerado não busca a Deus (Romanos 3.11). Você está ciente da sua natureza pecaminosa e clama a Deus do fundo do seu coração pedindo perdão quando peca? Em caso afirmativo, esse é um dos sinais de ter nascido de novo.

2. A Bíblia diz que um indivíduo não-regenerado não pode compreender aquilo que se discerne espiritualmente (1ª Coríntios 2.14). Você tem mais do que apenas uma compreensão básica da Palavra de Deus e deseja sinceramente saber cada vez mais? Ela fala ao seu coração e o convence do pecado? Em caso afirmativo, esse é outro sinal que já nasceu de novo.

3. A Bíblia diz que o indivíduo não-regenerado é escravo de Satanás e é incapaz de fazer qualquer coisa para se libertar (Efésios 2.2). Você já conseguiu virar suas costas para o mundo e para os caminhos do pecado? Todos seus amigos mais íntimos são cristãos? Se você já nasceu de novo, seus amigos incrédulos provavelmente se afastarão. A salvação genuína repele as amizades réprobas.

4. Você ama - realmente ama - os outros cristãos e prefere estar na companhia deles do que das outras pessoas? Você pode encontrar um completo estranho, descobrir que ele também é um cristão e então ter comunhão imediata com ele? Existe "algo" em seu coração que o atrai aos irmãos e uma proximidade que não pode ser explicada de nenhuma outra forma?

5. Sente um desejo genuíno de ir à igreja e de adorar a Deus?

6. Sente alegria em contribuir para a obra do Senhor? Você contribui generosamente com seu tempo, talentos e bens materiais?

7. Suas orações estão sendo respondidas?

8. Você peca menos agora do que antes de conhecer a Cristo?

9. As outras pessoas têm observado o "fruto do Espírito" em operação na sua vida? Isto é, podem ver o genuíno amor, paz, longanimidade, etc. (conforme descrito em Gálatas 5.22), manifestando-se em sua vida por meio da ação do Espírito Santo de Deus? Elas comentam que você agora é uma pessoa diferente do que era antigamente?

10. Você já sofreu perseguições por causa da fé em Cristo? (por exemplo, ex-amigos que se afastaram por causa do seu testemunho, é uma forma sutil de perseguição).


11. Aguarda com expectativa o momento em que Jesus Cristo virá buscar sua igreja? 


12. Na análise final, porém, a maior evidência de salvação de uma pessoa encontra-se na perseverança. Os eleitos de Deus perseverarão, apesar de todos os obstáculos, e nunca apostatarão ou renunciarão à fé. Eles podem até pecar e se desviar da comunhão, mas preferirão sofrer a morte a negar seu Senhor e Salvador.

Compreenda que um filho de Deus genuinamente nascido de novo poderá responder afirmativamente a todas essas perguntas. Isso não quer dizer que eles sejam perfeitos, pois há um processo de maturação que ocorre na vida do cristão e alguns não são tão maduros na fé tanto quanto outros. Entretanto, falando em termos gerais, todo cristão pode considerar essas questões e reconhecê-las como verdadeiras em sua própria experiência.
Estamos em um estado gradual de apostasia durante toda a Época da Igreja, mas a Bíblia ensina que haverá a apostasia imediatamente antes do período da Tribulação (2ª Tessalonicenses 2.3). Por essa razão, acreditamos que seja inteiramente possível que Deus use esse futuro "afastamento" daqueles que não são genuínos, para separar o joio do trigo antes do arrebatamento. Sofrimento e morte bem podem estar à espera de muitos dos escolhidos de Deus à medida que ocorrer a perseguição no fim dos tempos, de modo que precisamos nos preparar espiritualmente para enfrentar o que vier. Você está preparado?

terça-feira, 3 de março de 2009

O SEGREDO DA VITÓRIA: A FÉ

A fé é a característica daquele que acredita, ela é a insígnia da fidelidade e da confiança, é aquilo que você crer, ou aquilo em que se coloca a confiança. Ela é a capacidade de crer e esperar algo invisível como prova de que já estivéssemos vendo (Hb 11.1).

Há circunstâncias extremas na vida em que não acreditamos ser possível vencer, e nos convencemos de que há situações que fogem ao nosso controle, é a lógica, simplesmente estaremos expressando algo que de fato é verdadeiro,
pois ao aplicar a confiança em nós mesmos nos deparamos com as nossas próprias limitações. Por exemplo: podemos andar sobre as águas? Quando checamos a nossa capacidade para isso constatamos ser impossível por uma questão da física, diante das águas temeremos o fato de sermos submergidos.

Ao aplicar a confiança no Senhor à situação é diferente. Naquela noite memorável (Mt 14.29-30) Pedro começou a andar sobre as águas, ele teve a oportunidade de “DESAFIAR A LEI DA GRAVIDADE” e de dar um passeio com Jesus sobre as águas, mas, de repente começou a afundar, tudo porque sentiu o vento forte e o seu coração foi apoderado de dúvida e medo.

Aquele Jesus que lhe disse “vem” tem o poder para fazê-lo andar independente de o homem crer ou não. Por que Ele não fez assim? Por que permitiu que Pedro passasse pelo vale da morte? Porque o que estava em jogo não era apenas a realização do milagre, mas sim a alma do homem, a alma humana em situações de perigo se torna frágil e quebrantada, e se apressa a buscar por socorro, criando uma condição favorável ao agir de Deus pela confiança nele. Pedro colocou a sua fé na mão do Senhor e tornou a andar com Jesus sobre as águas, e foram para o barco.

A dúvida é inimiga da fé (Tg 1.5-8), quando a dúvida invade o nosso coração é necessário confessar ao Senhor e pedir a sua ajuda (Mt 14.30-31 e Mc 9.24-25). Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam (Hb 11.6).

Os cépticos não acreditam no poder de Deus, mas quando chegam ao fundo do poço, em situação terminal, já com seus recursos exauridos, pode ser que venham a clamar por Deus, confessando-lhe as suas incredulidades, então o Senhor ternamente os atenderá e ajudará (Mt 14.30-31 e Mc 9.24-25). Confessar a incredulidade com tristeza é o primeiro passo para crer, confessando é concebida a fé no coração, daí vemos a compaixão do nosso Deus se revelar, e começamos a compreender os seus propósitos.

A confiança é o estado de espírito que resulta em calma e segurança, certeza e alegria naquele que pode nos fazer andar. Não sou eu quem faz nem o meu dinheiro, nem mesmo a minha santidade, mas o Senhor é quem faz. Aprendendo a esperar (paciência) no Senhor exercitamos a confiança nele.

Certa vez ouvi um pregador fazer uma oração para Jesus batizar com o Espírito Santo, ele orou de forma simples, e ao mesmo tempo com sabedoria, nas suas palavras ele dizia: “Senhor eu vou fazer a parte mais fácil, eu vou pedir, pois o Senhor é quem faz”. Aquela simples oração me chamou a atenção, ela revelava o sentimento de alguém que sabe que a parte que lhe cabe é “pedir” crendo que o Senhor nos ouve, e é poderoso para fazer, é por isso que a glória pertence a Deus. Se orarmos para Jesus curar é ele quem cura pela autoridade do seu nome, basta a nós pedir crendo, pois ele quer fazer, mas precisa encontrar lugar no coração.

É sabido que a fé é pelo ouvir a palavra de Deus (Rm 10.17), mas será que ela pode ser acrescentada, quero dizer aumentada? Os discípulos pediram a Jesus para lhes acrescentar a fé (Lc 17.5-6) pedir ao Senhor é um começo, em minha opinião além de estudar a palavra é valido orar pedindo a fé se não a tem (Mc 9.24), também é válido orar para que esta seja aumentada, vejo nestes atos (estudar e orar) atitudes muito propícias de um coração humilde, Jesus respondeu a aquele pedido declarando que mesmo uma fé muito pequena seria grande em seus efeitos, ou seja, não seria necessário tanta fé, mas teria de ser uma fé incondicional retirando todas as dúvidas. Se a tua fé mesmo pequena esta aplicada no Senhor Jesus não há motivos para timidez, pois ele garante a sua vitória mesmo assim.

Jesus classifica a fé dos homens em
nenhuma fé (Mc 4.40), pouca fé (Mt 6.30; 17.20), e muita fé (Mt 8.10; Mt 15.28; Lc 7.9), mas a Bíblia afirma que ainda que a nossa fé seja pequena como o grão de mostarda, se crermos sem duvidar o Senhor nos atende (Mt 17.20). Paulo escrevendo aos Romanos afirma que há uma “medida da fé” que é dada a cada um por Deus (Rm 12.3, 6) e escrevendo aos Coríntios fala de "crescimento da fé" (2ª Co 10.15).

O escudo da fé é a arma espiritual com que o cristão pode resistir aos ataques do maligno, nossa fé é quase sempre colocada em cheque, somente a confiança na infalibilidade da palavra de Deus e uma vida de oração nos protegerão e nos darão vitória sobre o maligno e o mundo (Ef 6.16,18 e 1ª Jo 5.4).

domingo, 15 de fevereiro de 2009

A POSTURA CORRETA DO SACERDOTE: HEBREUS 5. 1-5

A postura correta que Deus escolheu para qualquer sacerdote (pastor) e também para a sua igreja: aborrecer o pecado reprovando a conduta pecaminosa, sem jamais permitir, qualquer maneira de ataque, ofensa, acusação ou humilhação a qualquer pessoa, pois no evangelho todas as acusações são canceladas Cl 2.14, não importa quem você era, o que realmente importará é em quem Ele irá te tornar: “uma nova criatura” 2a Co 5.17.

Em Hb 5.1-5 o sacerdote se compadecendo do pecador, se imagina na condição do tal, e lembra que o Senhor se compadeceu dele também. Ele tratará o pecador com ternura, assim como ele mesmo gostaria de ser tratado, na esperança de que o pecador veja a expressão do Amor de Deus manifestada em sua vida, e venha a arrepender-se alcançando a misericórdia do Senhor. Mesmo aborrecendo o pecado não deixará de se posicionar incondicionalmente a favor do pecador, orando por ele e com ele, a ternura e a compaixão serão belíssimas insígnias em um verdadeiro apascentador.

O fato mais maravilhoso que vi neste trecho do livro de Hebreus, foi que Deus não escolheu homens perfeitos para cuidar de homens fracos, mas escolheu homens rodeados de fraquezas e os constituiu a favor de outros tão fracos quantos eles, a fim de que todos conhecessem e usassem da misericórdia. Usar da misericórdia não significa ocultar o conhecimento do pecado, mas revelá-lo buscando levar o homem ao arrependimento e a reconciliação com Deus, e então aceitar o irmão arrependido no nosso meio, recebendo-o como gostaríamos de ser recebidos: “Amado irmão, amada irmã, nós te amamos e não queremos te perder para o mundo.”

Falar das conseqüências do pecado não é o mesmo que falar do pecador, esconder as conseqüências é que não é o verdadeiro amor, mas falar das conseqüências sem também falar que há esperança para o pecador é sadismo. Em Rm 6.23
encontramos: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor”. Num mesmo versículo a “morte” e a “vida”, Deus jamais em toda Bíblia falou das conseqüências do pecado sem oferecer um escape, uma esperança para aqueles que contritos e abatidos o buscassem.

Como devo proceder se sei que o meu irmão esta pecando? Deve-se encaminhá-lo, ou seja, ajudá-lo a voltar para o caminho com espírito de mansidão, e olhar para si mesmo para não ser tentado também. Alguns correriam para dizer ao Pastor, ou fariam fofoca na igreja inteira, mas não é assim a recomendação de Deus em Gl 6.1.

O aborrecimento de Deus com o pecado, não deprecia, nem diminui o seu AMOR INCOMPARÁVEL pelo Homem! (Deus amou o mundo de tal maneira... Jo 3.16). O evangelho não condena a ninguém, Deus a ninguém julga (Jo 5.22), Jesus a ninguém condena (Jo 8.11), embora tenha o juízo Jesus a ninguém julga (Jo 12.47), A palavra de Jesus é que julgará o homem no último dia (Jo 12.48), nem o Espírito Santo condena o homem, Ele convence do pecado da justiça e do juízo (Jo 16.7-8).

A Bíblia diz que a luz (Jesus) veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas (a escuridão esconde os nossos pecados que não queremos confessar a Deus), este “amor as trevas” é que é a condenação, a escolha de aceitar a salvação “amar a luz” ou se auto condenar “amar as trevas” é particular. Todos pecaram e não haveria chance para ninguém se Deus não entregasse o seu filho. Agora a oportunidade é a mesma, Deus não condena ninguém, o homem é que rejeita a ajuda Dele, e esta é a condenação: “a humanidade amou mais as trevas”. Sim a Salvação é suficiente para todos, mas a escolha é pessoal, particular e intransferível. Jo 3.16-19.

A tua decisão te trará conseqüências? Ou o favor e a beneficência? Não rejeite a Salvação, mas ainda que você rejeite, saberás que Ele jamais te rejeitou. Cada dia da tua vida e os que ainda vais ter são provas irrefutáveis de que Deus continua te amando e esperando por ti.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Os nomes de Deus

1. Conceito bíblico

Quem é, e que é Deus? A melhor definição é a que se encontra no Catecismo de Westminster: “Deus é Espírito, infinito, eterno e imutável em seu ser, sabedoria, poder, santidade, justiça, bondade e verdade”. A definição bíblica pode formular-se pelo estudo dos nomes de Deus. O “nome” de Deus, nas Escrituras, significa mais do que uma combinação de sons; representa seu caráter revelado. Deus revela-se a si mesmo fazendo-se conhecer e proclamado o seu nome. (Ex. 6.3; 33.19; 34.5, 6) Adorar a Deus é invocar o seu nome (Gn. 12.8); temê-lo (Dt. 28.58); louvá-lo (2Sm. 22.50); glorificá-lo (Sl. 86.9). É sacrilégio tomar seu nome em vão (Ex. 20.7), ou profaná-lo ou blasfemá-lo (Lv. 18.21; 24.16). Reverenciar a Deus é santificar ou bendizer seu nome (Mt. 6.9). O nome do Senhor defende o seu povo (Sl. 20.1), e por amor do seu nome não os abandonará (1Sm. 12.22).
Os seguintes nomes de Deus são os mais comuns que encontramos nas Escrituras:
(a) Elohim (traduzido “Deus”). Esta palavra emprega-se sempre que sejam descritos ou implícitos o poder criativo e a onipotência de Deus. Elohim é o Deus criador. A forma plural significa plenitude de poder e representa a trindade.
(b) Jeová (traduzido “Senhor” na versão Almeida) Elohim, o Deus Criador, não permanece alheio às suas criaturas. Observando Deus a necessidade entre os homens, desceu para ajudá-los e salvá-los, ao assumir esta relação, ele revela-se a si mesmo como Jeová, o Deus da aliança. O nome Jeová tem sua origem no verbo SER e inclui os três tempos desse verbo – passado, presente e futuro. O nome, portanto significa: Ele que era, que é e que há de ser, em outras palavras, o Eterno. Visto que Jeová é o Deus que revela a si mesmo ao homem, o nome significa: Eu me manifestei, me manifesto, e ainda me manifestarei.
O que Deus opera a favor de seu povo acha expressão nos seus nomes, e ao experimentar o povo a sua graça, desse povo então pode dizer-se: “conhecem o seu nome”. A relação entre Jeová e Israel resume-se no uso dos nomes encontrados nos concertos entre Jeová e seu povo. Aos que jazem em leitos de doença manifesta-se-lhes como JEOVÁ-RAFA, “o Senhor que cura” (Ex. 15.26). Os oprimidos pelo inimigo invocavam a JEOVÁ-NISSI, “o Senhor nossa bandeira” (Ex. 17.8-15). Os carregados de cuidados aprendem que ele é JEOVÁ-SHALOM, “o Senhor nossa paz” (Jz. 6.24). Os peregrinos na terra sentem a necessidade de JEOVÁ-RA’AH, “o Senhor meu pastor” (Sl. 23.1). Aqueles que se sentem sob condenação e necessitados de justificação, esperançosamente invocam a JEOVÁ-TSIDKENU, “o Senhor nossa justiça” (Jr. 23.6). Aqueles que se sentem desamparados aprendem que ele é JEOVÁ-JIREH, “o Senhor que provê” (Gn. 22.14). E quando o reino de Deus se houver concretizado na terra, será ele conhecido como JEOVÁ-SHAMMAH, “o Senhor está ali” (Ez. 48.35).
(c) El (Deus) é usado em certas combinações: EL-ELYON (Gn. 14.18-20), o “Deus altíssimo”, o Deus que é exaltado sobre tudo que se chama deus ou deuses. EL-SHADDAI, “o Deus que é suficiente para as necessidades do seu povo” (Ex. 6.3). EL-OLAM, “o eterno Deus” (Gn. 21.33).
(d) Adonai significa literalmente “Senhor” ou “Mestre” e dá a idéia de governo e domínio. (Ex. 23.17, Is. 10.16, 33) Por causa do que Deus é e do que tem feito, ele exige o serviço e a lealdade do seu povo. Este nome no Novo Testamento aplica-se ao Cristo glorificado.
(e) Pai emprega-se tanto no Antigo como Novo Testamento. Em significado mais amplo o nome descreve a Deus a fonte de todas as coisas e Criador do homem, de maneira que, no sentido criativo, todos podem considerar-se geração de Deus. (Atos 17.28) Todavia, esta relação não garante a salvação. Somente aqueles que foram vivificados e receberam a nova vida pelo seu Espírito são seus filhos no sentido íntimo da salvação. (Jo. 1.12, 13).

Fonte: Conhecendo as Doutrinas da Bíblia, Myer Pearlman, Editora Vida.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Pelos seus frutos...

"Certa vez a verdade e a mentira foram passear juntas. Passaram perto de um belo lago, e o dia estava quente. A mentira falou à verdade: ‘Venha, vamos nadar juntas, está um dia tão bonito.’ A verdade respondeu: ‘Sim, vamos nadar.’ Ambas se despiram, e a verdade pulou na água antes da mentira; a mentira ficou fora da água, pegou as roupas da verdade e sumiu. Desde então, a mentira anda por aí com as roupas da verdade, mas a verdade é considerada mentira."

Disse Jesus: "Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores." Mt 7.15.

O evangelho traz as "boas novas" para a humanidade, traz também consigo uma grande responsabilidade para o pregador e para o ouvinte. Ambos devem provar com calma a mensagem falada, e a sua fidelidade.
Haja vista que julgar o livro pela capa será uma hipótese descartada, como poderemos reconhecer o verdadeiro e o falso profeta?

Conforme Mt 7.16-20, Jesus ensina que se conhece uma árvore pelos frutos, não se pode colher uvas dos espinheiros, nem figos dos abrolhos, ou seja, uma árvore má não pode dar bons frutos. Pesquisei um pouco sobre estas duas árvores, o espinheiro e o abrolho, utilizados por Cristo nesta comparação, conhecer um pouco destas plantas nos ajudará na compreensão desta passagem.

Abrolhos

A referida planta que se mostra na imagem, os tais abrolhos. Designada cientificamente por Tribulus terrestris, esta planta, comum na Península Ibérica, é um dos vegetais mais caluniados na poesia de língua portuguesa. O fato de o nome rimar com olhos não é apenas uma feliz coincidência poética, a designação vem de «abre os olhos», um aviso adequado a uma planta com um fruto espinhoso, sobretudo para quem andasse descalço pelos campos. Fonte: http://caisdegaia.blogspot.com/2007/04/em-abrolhos-com-os-olhos-bem-abertos.html

Pirliteiro ou Espinheiro Branco

O pirliteiro é uma bela árvore de médio porte, podendo chegar a atingir cerca de 8 metros, folha caduca, ramos espinhosos (daí um dos nomes porque é conhecida em Portugal; espinheiro alvar), pequenas flores brancas da família das rosáceas e frutos comestíveis de um vermelho vivo semelhante a maçãs minúsculas, é uma árvore robusta podendo viver até aos 500 anos.
O seu nome científico Crataegus laevigata ou Crataegus monogyna (mais cumum entre nós) vem do grego kratos que significa força, isto deve-se à extrema dureza da sua madeira. Especialmente nos países nórdicos é muito utilizada para fazer sebes vivas (cercas de arbustos).
Há historiadores que dizem que os espinhos da coroa de Cristo eram de ramos de pirliteiro. Fonte: http://www.portaldojardim.com/

O fruto corresponde a natureza da árvore, conforme a sua espécie, como vimos o "abrolho" produz um fruto espinhoso, e o "espinheiro" tem ramos cobertos de espinhos que protegem seus frutos. Em ambos os casos percebemos que as pessoas atraídas por seus frutos são feridas pelos seus espinhos. Esperamos que uma fruta seja agradável a vista e ao paladar, porém no caso do fruto do abrolho e do espinheiro esta sensação é substituída pela dor, podemos compará-la a decepção que encontramos num discurso hipócrita.
A palavra pregada deve estar atestada por bons frutos na vida do pregador, e os frutos são as nossas próprias obras, e o nosso testemunho pessoal.
Haja vista que a natureza de todo homem é carnal e pecaminosa, então ser-lhe-á próprio produzir frutos ruins, conforme a suas próprias concupiscências, mesmo que um abrolho se esforçasse não conseguiria produzir figos, nem um espinheiro se esforçando muito conseguiria produzir uvas, isto é por causa da sua espécie e natureza, que ela por si só não pode mudar. Alguns pregam a regeneração pelo esforço próprio, pela abstinência, pela auto-flagelação, tentando uma mudança de natureza de fora para dentro.
A natureza do homem nascido de novo é espiritual, vem de dentro, já a natureza de todos os demais homens é carnal. Ninguém pode mudar a sua própria natureza, a não ser que esta seja regenerada pelo Senhor.
Do interior do homem, isto é, do seu coração, é que provém os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, etc. Sabemos também que a boca fala do que o coração esta cheio, e o que sai dela é o que o contamina.
Podemos então conhecer um homem pelas suas palavras e pelas suas obras. Porém ninguém poderá produzir bons frutos se não estiver em Cristo (Jo 15.1-8). Como posso saber se estou em Cristo? Andando como Ele andou. "Aquele que diz que está nele também deve andar como ele andou" 1 Jo 2.6.
Qualquer um que pregando o evangelho da paz continuar vivendo uma vida dissoluta no pecado, constitui a si próprio num falso profeta e a parte dos tais será no fogo eterno (Mt 7.19, 21-23; Jo 15.2, 6 e Gl 5.19-21).

Já aquele que deixando o pecado busca ser aperfeiçoado por Deus, receberá dEle o caráter de Jesus Cristo personificado em nós na manifestação do fruto do Espírito Santo (Gl 5.22-24).

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

VERDADE E JUSTIÇA

“Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio, ensina ao justo, e ele crescerá em entendimento” Provérbios 9.9.
É justo, é cristão examinar a doutrina de uma determinada religião, igreja ou seita e questioná-la?
Todo homem tem o direito, dado por Deus, de crer como bem lhe apraz. Os norte-americanos reconhecem esse direito divino. Por livre escolha, “Atacar a religião do outro não é amor” – dizem. A própria constituição brasileira garante a liberdade religiosa. Esta afirmativa seria verdadeira se antes não examinássemos nossa própria religião e não a comparássemos com o padrão de Deus, a Bíblia.
Outra reação dos que questionam nossa autoridade de testemunhar poderia ser: “Não julgueis para que não sejais julgados” Mateus 7.1, segundo Mateus 7.5 este versículo é dirigido aos hipócritas. Por outro lado, João 7.24 diz aos crentes que “Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”; não segundo a aparência, mas segundo a palavra de Deus.
É trágico que hoje em dia alguns de nós, os crentes, temos, em nome do amor, retido a verdade aos que estão no erro, por não querer ofendê-los ou por não amá-los o suficiente. Lembre-se de que o amor verdadeiro previne.
É verdade que não devemos dar importância demasiada às coisas mínimas. Pode ser desnecessário dizer ao próximo que ele possui um mau hálito ou que a telha de sua casa está solta. Entretanto, se ele estiver dormindo e a casa pegar fogo, é crime não acordá-lo. Desculpa alguma e nenhuma declaração vazia de amor jamais satisfarão a Deus em tais casos. “Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” 1 João 4.8. “O que repreende ao homem achará depois mais favor do que aquele que lisonjeia com a língua” Provérbios 28.23.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Eu e Edivan

Sidney (vice-coordenador) e Edivan (coordenador) coordenadores do discipulado da Assembléia de Deus em Nova Parnamirim, Natal-RN.
Na comemoração do 5° Aniversário do Betel.
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